O preservativo feminino fracassou quando foi lançado há 20 anos, mas nunca desapareceu do mercado e agora uma nova leva de empresas está a tentar preencher esse vazio com novos produtos, avança o Diário Digital. Será a retomada desse tipo de preservativo?
Há duas décadas, a americana Mary Ann Leeper lembra-se com um certo desconforto das piadas feitas sobre o produto. “Eu acreditava demais no preservativo feminino”, diz ela. “Pensava que as mulheres queriam algo com o qual pudessem cuidar de si mesmas. Nós éramos ingénuas - e eu incluo-me nesse grupo.”
A sucessora da Chartex, a Female Health Company, pensou em cessar a produção do produto, mas, em vez disso, lançou uma campanha para educar consumidores sobre o preservativo.
Então, num dia de 1995, Leeper recebeu um telefonema de uma mulher chamada Daisy, então responsável pelo programa de prevenção da Sida no Zimbábue. “Ela disse: Eu tenho uma petição aqui na minha mesa assinada por 30 mil mulheres a pedir para importamos o preservativo feminino”, recorda Leeper. Era o início de uma série de parcerias que levou o contraceptivo a diferentes regiões do mundo em desenvolvimento.
Fonte: Diário Digital |